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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O Lançamento Coberto de Opções

Olá pessoal!
Hoje vou falar um pouco sobre uma operação com opções.

Venho usando-a a algum tempo e tenho obtido bons resultados.
Essa operação serve como proteção para suas ações compradas no mercado à vista.
Você limita seus ganhos em caso de um mercado de alta, porém reduz suas perdas num mercado de baixa.

A operação funciona mais ou menos assim:

Você compra hoje 1000 VALE5 a R$29,00 = R$ 29.000
Você vende hoje 1000 opções de compra VALEB28 a R$2,35 = R$2.350,00

Se a ação subir e fechar acima de R$28,00, no dia do vencimento das opções o que acontece é o seguinte:

- Você venderá suas VALE5 por 28 reais, totalizando R$28.000,00
- Terá o premio da venda das opções que totalizaram R$ 2.350,00

Ou seja, você sairá com um lucro de R$1.350,00 ( =28.000 - 29.000 + 2.350)
Esse lucro sobre o seu investimento inicial (29.000) dá um retorno de 4% !!!

Mas e se a ação cair?

Bom, se a ação cair e estiver cotada abaixo de R$28,00 no dia do vencimento acontece o seguinte:

- Você continuará com suas ações, pois as opções vão expirar;
- Se por exemplo estiver cotada a R$27,00 você estará perdendo R$2.000,00 nas ações, porém terá ganho R$ 2.350,00 nas opções.
- Ou seja, ficou com um lucro de R$ 350,00


O único jeito de se perder dinheiro com essa operação é se a ação cair muito, pois aí sua proteção é ultrapassada.
Num cenário de queda, você fica protegido até R$26,65 (= 29 - 2,35). Se a ação cair mais que isso você perde, porém perde menos do que sem as opções.


Não sei se fui claro, se alguém tiver alguma dúvida fico à disposição para esclarece-la.



Bons Negócios!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O Mercado de Opções

Amanhã entrarei num tema pouco explorado aqui no blog: as opções.

Desde que começei a operar no mercado de ações escuto falar sobre as opções.
Tudo que eu ouvia era que opções viravam pó, que eu perderia todo meu dinheiro, que opção era jogo de casino.
Não julgo o pensamento dessas pessoas, na verdade concordo que é um tipo de operação de alto risco. O que aprendi nesse último ano é que as opções podem ser usadas em seu favor, como forma de protejer sua carteira de ações, e nao apenas como especulação.

Amanhã vou falar um pouco mais sobre o Lançamento Coberto de Opções.

Por hora, fica a definição do wikipedia sobre o mercado de opções.


" Mercado de opções é o mercado onde se negociam opções, que são instrumentos financeiros utilizados no mercado de capitais. Uma opção confere, ao titular, o direito (e não obrigação) de comprar ou de vender um determinado ativo (ação, título ou bem qualquer) por um valor determinado.

As opções são instrumentos financeiros derivativos. Isto significa que o valor de uma opção e suas características de negociação estão ligadas a um ativo adjacente. Por exemplo, uma opção da PETROBRAS PN está ligada ao direito de compra ou venda do ativo PETROBRAS PN (PETR4).

O ativo ao qual a opção está sendo negociada pode ser um ação, um índice, um contrato futuro, uma letra do tesouro, uma commodity, etc.

Embora seja um instrumento de controle de risco e hedge o investimento em opções exige perfeita compreensão dos fundamentos e planejamento estratégico sob pena de graves prejuízos.

O investidor que conhecer os fundamentos das opções, terá um meio efetivo de lidar com o risco pois passará a ter a sua disposição uma grande variedade de escolhas diferentes de investimentos."

domingo, 5 de agosto de 2007

Bolsa em Queda: Entenda

Bom, desde que comecei a trabalhar na corretora a bolsa só fez cair.
Essa dependência da economia dos EUA nos mata.

O motivo dado desta vez para as sucessivas quedas foram as hipotecas sub-prime nos Estados Unidos.
Resumindo a história, os bancos concedem empréstimos imobiliários à clientes que são "mal pagadores".
Com isso os investidores americanos, com medo de uma quebra desses bancos e uma consequente recessão na economia americana, migram seu dinheiro para investimentos mais seguros, ou seja, tiram seu dinheiro da bolsa.
E, completando, como a grande maioria do dinheiro na bovespa é de origem estrangeira o que acontece ? A bolsa despenca !

Nesse momento a melhor coisa é procurar papéis que não são muito atrelados ao Ibovespa.



Bons Negócios



ps: Se alguem não entendeu direito pode perguntar, isso foi um resumo do resumo pois já é tarde e amanha tenho que trabalhar !

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Expomoney

Você já foi à expomoney ? Não ? Porquê ?

Eu nunca fui também, mas já me cadastrei para ir na que vai acontecer aqui no Rio.
Essa é uma ótima dica para quem quer aprender mais ainda sobre como aplicar seu dinheiro.
Apesar de nunca ter ido, recomendo fortemente a presença nessa feira.

Garanta seu lugar, entre em www.expomoney.com.br e se cadastre !


Bons Negócios

domingo, 22 de julho de 2007

Sou um imã que atrái dinheiro


Bom dia !

Desculpem o tempo que passei sem postar, é que viajei para aproveitar essa semana sem trabalho antes de começar na corretora.

Estou ancioso para amanhã.


Queria registrar aqui algo que aconteceu comigo nesta viagem.

Geralmente quando leio livros de negócios fico muito animado durante, e sempre quero aplicar seus conceitos.

Porém, quase nunca isso acontece. Acabo começando outro livro e me "esqueço" do outro.


Num dia desta viagem estava caminhando no estacionamento de um shopping quando vi uma moeda de 10 centavos no chão.

Como sempre, passei por ela sem dar a menor atenção.

"São apenas 10 centavos, não vou me abaixar para pegar"


Mas uns 3 passos depois, parei para pensar e lembrei-me do livro "Os segredos da mente milionária".

Em um capítulo o autor fala exatamente isso.

Ele disse: Se você achar algum dinheiro no chão, pegue e repita : "Eu sou um imã que atrái dinheiro"


Foi exatamente o que eu fiz, voltei atrás peguei a moeda e falei para minha namorada : "Eu sou um imã que atrái dinheiro"


Ela obviamente não entendeu nada, mas eu me senti muito bem.




Bons Negócios

quarta-feira, 27 de junho de 2007

POP Bovespa - Conheça


Surgiram algumas dúvidas na Comunidade do Investclube sobre o POP, da Bovespa.
Resolvi então fazer um post aqui apresentando ele, pois nem eu mesmo sabia direito do que se tratava !


POP - BOVESPA


- O que é POP ?

O POP (Proteção do Investimento com Participação) é um produto de renda variável, negociado na BOVESPA, que proporciona uma proteção contra eventuais perdas (desvalorização) do investimento em ações em troca de uma participação nos potenciais ganhos desse investimento.

Isso é obtido por meio da combinação da aplicação em ações com a aplicação em seus derivativos.

Funciona da seguinte forma: o investidor define o nível de proteção desejado ao escolher em que série de POP vai investir. Se a ação cair, ele recebe o valor do capital protegido, cobrindo assim o risco correspondente à desvalorização. Em contrapartida, se a ação subir, o aplicador abre mão de uma parte do lucro obtido com a valorização do papel.

Lembre-se que o valor do capital protegido que você escolheu pode ser menor que o valor que você investiu (o preço que você pagou pelo POP).


Quais são as vantagens ao investir no POP ?

Há uma série de vantagens:

Proteção: Oferece a proteção tão desejada pelos investidores de perfil conservador ou moderado, e, por outro lado, participação nos ganhos em percentual previamente conhecido.

Liquidez: Dada a sua composição mista, o POP apresenta liquidez a qualquer instante, seja negociado como “pacote”, sejam negociadas suas partes.

Diversificação de investimentos: O POP é uma alternativa para quem pretende diversificar seus investimentos, visto que engloba negociação nos mercados a vista e de opções. Representa, portanto, a oportunidade de o investidor se familiarizar com mais de um mercado, bem como de aprender a analisar possíveis passos diante dos movimentos do mercado de ações, ampliando suas possibilidades de negociação e abrindo portas para novas combinações.

Acessibilidade: Os investidores poderão aplicar quantias menores que as usualmente exigidas por estruturas complexas, a preço baixo e conveniente. Lembre-se, entretanto, que as operações com o POP estão sujeitas a um lote mínimo de negociação. Consulte sua Corretora de Valores para obter mais informações, inclusive sobre as taxas para negociação do POP.

Negociação na BOVESPA: O POP foi aprovado para negociação na BOVESPA e pode ser adquirido e vendido da mesma forma que qualquer ação listada, ou seja, por intermédio de uma Corretora de Valores. A tecnologia, experiência e credibilidade da BOVESPA asseguram a transparência das negociações com o POP.


Existe algum tipo de simulador ?

Sim, existe !
Clique Aqui


Qual a diferença entre investir no POP e comprar diretamente a ação?


A principal diferença está na flexibilidade do POP, que é arrojado por pertencer ao segmento de renda variável e, ao mesmo tempo, é conservador, pelo fato de o investidor poder optar pelo grau de segurança que lhe convier.

Ação é um investimento de renda variável e isso significa que o risco desse tipo de aplicação está condicionado à valorização ou desvalorização da ação de uma empresa.

O POP, embora associado a uma ação, oferece proteção para um determinado montante estabelecido em troca de uma parte dos eventuais rendimentos. Essa proteção não implica necessariamente custos adicionais para o investidor, já que ele está abrindo mão de uma parte dos eventuais ganhos futuros.

O POP proporciona uma determinada proteção ao capital investido em troca de uma participação nos eventuais ganhos do investimento na ação. Portanto, quando a ação se valoriza suficientemente, o ganho com o POP será inferior ao ganho que você obteria se investisse exclusivamente na ação. Esse é o custo da proteção proporcionada pelo POP.


Qual é o preço de um POP?


O preço de um POP dependerá da combinação entre o montante protegido e o percentual de participação. Portanto, o preço de um POP pode ser inferior ou superior ao preço da ação que lhe serve de referência. Além disso, as cotações de um POP dependerão do seu prazo, da volatilidade* da ação de referência e da taxa de juros vigente no mercado.

(*) Intensidade e freqüência de variações da cotação de um ativo, índice, título ou valor mobiliário.

O valor do capital protegido que você escolheu pode ser menor que o valor que você investiu (o preço que você pagou pelo POP).


Como funciona o POP numericamente falando?



Suponha que a ação X esteja cotada a R$ 50,00 e que exista na BOVESPA um POP dessa ação com capital protegido de R$ 45,00; percentual de participação do comprador de 80%; e prazo de seis meses. Suponha, também, que você comprou 100 unidades desse POP por R$ 49,00 a unidade. Logo, você investiu R$ 4.900,00. Nesse caso, você:

a) comprou 100 ações X;
b) comprou 100 opções de venda da ação X;
c) vendeu 20 opções de compra da ação X, sendo que as opções possuem um preço de exercício de R$ 45,00.

Imagine agora duas hipóteses no vencimento deste POP, seis meses depois:

A ação X está cotada a R$ 30,00. Isto é, ela não apresentou a valorização que se esperava inicialmente (o “novo negócio” não deu certo). Nesse caso, você ganhará o valor do seu capital protegido, ou seja, R$ 4.500,00 (45,00 x 100);

ou

A ação X está cotada a R$ 70,00. Isto é, ela apresentou valorização (o “novo negócio” foi um sucesso). Nesse caso, além do seu capital protegido, você ganhará 80% dos retornos excedentes, ou seja, você ganhará R$ 6.500,00, resultantes de {100 x [45,00 + 0,8 x (70,00 - 45,00)]}.

Na data da aplicação

Ação X R$ 50,00
POP da Ação X R$ 49,00
Capital Protegido R$ 45,00
100 Unidades do POP R$ 4.900,00

No resgate

Se a ação cair

Ação X R$ 30 por ação
Recebe em dinheiro R$ 45 por ação
(100 ações)
Recebe (fica) em ações 0

Recebimento

Em dinheiro R$ 4.500,00
Em ações 0
Total R$ 4.500,00


Se a ação subir

Ação X R$ 70 por ação
Recebe em dinheiro R$ 45 por ação
(20 ações)
Recebe (fica)
em ações 80 ações
(R$ 70 por ação)



Em dinheiro R$ 900,00
Em ações R$ 5.600,00
Total R$ 6.500,00*


*{Qtde de ações x [Capital Protegido + % de proteção x ( Ação - $ Protegido )]}
{100 x [ 45,00 + 0,8 x (70,00 - 45,00 )]}








Deu pra entender ? Busquei essas informações todas no site da Bovespa !

Qualquer dúvida é só comentar aqui ou lá na comunidade !


Bons Negócios !

domingo, 24 de junho de 2007

Seu fluxo de caixa é positivo ?


Esssa é uma pergunta simples, porém vital.

No fim do mês sobra algum dinheiro para investir ? Não ? Então as coisas vão mal, muito mal.


Um dos princípios básicos para o acúmulo de capital é o fluxo de caixa positivo.

Em outras palavras, o montante que você ganha no final do mês menos o que você gasta tem que ser um número positivo.


E como conseguir isso ?


Primeiramente sugiro que você faça uma planilha de controle de gastos.

Coloque nela todo dinheiro que entra, e todo o dinheiro que sai. No final do mês analise a planilha.


O que você gastou que foi desnecessário ?

Meta: Cortar estes gastos


Se no final do mês sua renda ainda não for suficiente para pagar suas contas você está com um problemão !

Sugiro que tente buscar fontes de renda alternativas.


Fiz uma pesquisa no orkut sobre quais eram as fontes de renda extra das pessoas, veja algumas ideias:


- Comissões

- Juros sobre dinheiro emprestado (não sei se isso é legal, mas foi uma resposta)

- Fundos de Ações

- Comércio (lucro gerado sobre a compra e a venda de um produto)

- Aluguel de um carro utilitário

- Negócios próprios (lojas)

- Direitos Autorais (sobre músicas)

- Horas-extra

- Dividendos de ações

- Sociedades (em negócios familiares)]

- Google Adsense



Depois de feito isso, analise seus Ativos e Passivos.


O que são Ativos e Passivos ?


Ativos são tudo que coloca dinheiro em sua conta. Por exemplo : Juros de dinheiro investido, alguel de imovel, dividendos de ações etc...


Passivos são tudo que TIRA dinheiro da sua conta. Por exemplo: dívida, e todo o dinheiro que você é obrigado a gastar.


Muita gente confunde ativos com passivos. Pra você, um carro ou uma casa são um ativo ou um passivo ?


Acho que de acordo com as definições acima, eles podem ser considerados passivos, certo ? Já que ao comprar um carro, você vai passar a perder dinheiro com a desvalorização dele, vai gastar com gasolina, manutenção etc...


Eu estou no momento tentando fazer com que meus ativos paguem meus passivos.

É isso que deixa as pessoas ricas, todas as suas despesas são pagas pelas suas rendas passivas, assim, todo fim de mes sobra dinheiro !



Em resumo é isso, analise bem seus ativos e passivos e tente sempre deixar seu fluxo de caixa positivo !


Bons Negócios

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Tesouro Direto - Como Funciona

Anteontem, surgiu uma dúvida na Comunidade do InvestClube à respeito do Tesouro Direto.
Prometi então que quando tivesse tempo postaria algo aqui.

Como não sou um expert em Tesouro Direto, fui ao google procurar informações sobre esse tipo de investimento.
Encontrei um artigo num blog, que eu achei tão bom, que resolvi posta-lo na íntegra aqui.

Ficam os créditos para Conrado Navarro, do blog
Dinheirama ! Parabéns pelo artigo !
Vamos à ele...

"
Tenho recebido muitos e-mails e mensagens de leitores que gostariam de ver um artigo sobre o Tesouro Direto, suas características, vantagens e práticas. O que é interessante é que este tipo de dúvida e sugestão não fazia parte do cotidiano da maioria dos investidores até o ano passado (ou retrasado). Fico feliz e satisfeito ao perceber que, cada vez mais, os pequenos investidores se preocupem em buscar alternativas fora dos tradicionais bancos ou diferentes das que usualmente contratam, seja por hábito ou por comodidade. Parabéns aos leitores e investidores que possuem essa consciência.

Será que o Tesouro Direto é pra todo mundo?
Se você é desconfiado, prefere não sentir emoções fortes quando vai ao banco e adora usar a simplicidade e segurança da caderneta de poupança como um exemplo, o Tesouro Direto pode ser uma saída muito interessante. Este tipo de investimento trata da compra/venda de títulos públicos, via Internet, de forma descomplicada e rápida. Ainda que você seja do tipo que gosta de riscos, parte de sua carteira deve ser composta de aplicações de boa liquidez e baixo risco. Portanto, títulos federais também podem ter papel fundamental em seu portfólio. Investir no Tesouro é a aplicação de menor risco existente no Brasil. Pois então, sim, o Tesouro é pra todo mundo!

Legal, mas o que são Titulos Públicos?
Títulos públicos são uma forma do Governo Federal conseguir recursos financeiros para o financiamento da dívida pública e para investimentos em infra-estrutura, educação, saúde etc. Você compra um título, paga o Governo e ele usa este seu dinheiro para financiar ou aplicar no crescimento do país.

Como posso investir e qual a quantia mínima?
Acredito que você já deva participar, e investir, em um fundo de renda fixa de seu banco preferido. Estou certo? Pois saiba que os gestores deste fundo compõem os ativos do grupo com uma parte proveniente de aplicações do banco em Títulos Públicos. Portanto, você já possui investimentos no Tesouro, mas de forma indireta. Podemos concluir que uma das formas de se aplicar e adquirir tais Títulos é a participação em um fundo de renda fixa ou misto de um banco qualquer.

Mas nosso objetivo é falar da compra direta dos papéis, sem sair de casa. Sim, o Tesouro Direto oferece a possibilidade de negociação direta de seu computador, sem intermédio nenhum de qualquer instituição financeira. Você acessa o site do Tesouro, escolhe uma das modalidades existentes para os Títulos, preenche alguns dados e então transfere o dinheiro para o chamado Agente de Custódia, que pode ser uma corretora ou mesmo seu banco. Calma, ele só será o responsável por permitir que o Governo capte o dinheiro. Veremos que as taxas são muito atraentes. A quantia mínima para compra é de R$ 100,00.

Quais são os custos/taxas para este tipo de aplicação?
A CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia) cobra taxa de custódia de 0,4% ao ano sobre o valor de compra, referente aos serviços de guarda dos títulos, saldos e movimentação dos investidores. Além disso, há uma taxa cobrada pelo agente de custódia (o banco ou corretora que você escolheu para o cadastro) que varia de 0% a 4,5% ao ano. A média é de 0,3% ao ano. Repare que aplicando diretamente você terá um custo médio de 0,7% ao ano, número muito menor que a taxa de administração cobrada em muitos fundos bancários. A rentabilidade muitas vezes é a mesma. Portanto, vale a pena.

Como fica o Imposto de Renda?
A regra é a mesma usada nos fundos de renda fixa. A lei 11.033, de 21 de dezembro de 2004, diz que as alíquotas são de:
I - 22,5% (vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento), em aplicações com prazo de até 180 (cento e oitenta) dias;
II - 20% (vinte por cento), em aplicações com prazo de 181 (cento e oitenta e um) dias até 360 (trezentos e sessenta) dias;
III - 17,5% (dezessete inteiros e cinco décimos por cento), em aplicações com prazo de 361 (trezentos e sessenta e um) dias até 720 (setecentos e vinte) dias;
IV - 15% (quinze por cento), em aplicações com prazo acima de 720 (setecentos e vinte) dias.

Quais os títulos que posso comprar?
São basicamente cinco modalidades de título disponíveis e seus tipos variam de acordo com o perfil do investidor e tempo de investimento (curto e médio prazo). Para aplicações de curto prazo, estão disponíveis as Letras do Tesouro, nas opções LFT (Letra Fiananceira do Tesouro) e LTN (Letra do Tesouro Nacional). Para o médio prazo estão disponíveis a NTN-B (Nota do Tesouro Nacional série B), NTN-B Principal e NTN-F (Nota do Tesouro Nacional série F). As características são:

Letra Financeira do Tesouro (LFT): É um título com rentabilidade diária vinculada à taxa de juros básica da economia (taxa Selic). O resgate do principal e dos juros ocorre no vencimento do título.
Letra do Tesouro Nacional (LTN): É um título com rentabilidade definida no momento da compra, com o resgate do valor do título na data do vencimento do mesmo. Cada título é adquirido com deságio e possui o valor de resgate de R$ 1.000,00, no vencimento.
Nota do Tesouro Nacional - série B (NTN-B): É um título com a rentabilidade vinculada à variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), acrescida de juros definidos no momento da compra. O pagamento dos juros é semestral e o resgate do valor nominal atualizado ocorre na data de vencimento do título.
NTN-B Principal: É um título com a rentabilidade vinculada à variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), acrescida de juros definidos no momento da compra. Não há pagamento de cupom de juros semestral e o resgate do valor nominal atualizado ocorre na data de vencimento do título.
Nota do Tesouro Nacional - série F (NTN-F): É um título com a rentabilidade definida, acrescida de juros definidos no momento da compra. O pagamento dos juros é semestral e o resgate do principal ocorre na data de vencimento do título.

Como posso saber qual dos títulos é melhor pra mim? Há algum simulador?
O site do Tesouro Direto é bastante completo e oferece um pequeno questionário que pode ajudá-lo a definir seu perfil e então os tipos de papéis indicados. Para acessá-lo,
clique aqui. Além disso, você também pode simular a aplicação num destes títulos, usando o simulador também disponível no site do Tesouro.
"



Bons Negócios

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Minhas Carteiras de Ações

Como prometido estou aqui de novo !

Semana passada passeando por alguns blogs, vi uma coisa muito interessante e resolvi fazer aqui também.
O dono do blog, colocava disponível seu portfólio de ações e os rendimentos que ele obteve.

Resolvi então trazer esta novidade para cá. Porém, havia um problema.
Eu tenho, 3 carteiras diferentes de ações.

A primeira que eu fiz foi através do banco HSBC e ela era composta de bluechips apenas, foi mais pra aprendizado.
Ela era composta por VALE5, SUBA3, NETC4, UBBR11, NATU3.
A única mudança foi quando zerei minhas posições de NETC4 e NATU3 sem ganhar nem perder nada.....e comprei GGBR4 e PETR4.

Minha segunda carteira, foi através da corretora Umuarama, e também era pra aprendizado.
Foi operando nela que caí na besteira de ouvir dicas dos outros, resultado : me arrasei, minha carteira acumula uma perda de quase 20% (ainda bem que era um valor bem baixo, tudo no fracionário). Depois que me dei conta dos meu erros zerei todas as minhas posições e recomprei ações mais seguras, PETR4, CSAN3, USIM5.

A terceira carteira é novinha. Criei ela no dia 08/05/07, quando decidi que já tinha aprendido suficiente para operar meu dinheiro que estava em DI. Peguei 75% do dinheiro e apliquei em ações, os outros 25% num fundo multi-mercado.
Com o dinheiro destinado às ações comprei PETR4, VALE5, FJTA4 e JBSS3.


Agora não sei direito qual carteira vou disponibilizar aqui, minha vontade é de botar a primeira, afinal é a que me gerou maior rendimento (aprox. 35%), porém, a terceira é a mais séria, ela é a que mais me preucupa pois meu $$ está praticamente todo lá.
Acho que vou colocar só a terceira mesmo, pois é a mais séria.
Quem tiver dúvidas, ou quiser saber mais sobre as carteiras, é só comentar...
Gostei de fazer este post, me lembrei de muitas coisas do meu início nos investimentos em ações, acho que volto a falar sobre minhas carteiras, porém com mais detalhes sobre cada uma !

É isso !

Confiram então, qualquer dúvida ou sugestão estou à disposição !


Bons Negócios

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Desesperados Vendem, Inteligentes Compram

Navegando pelas comunidades sobre o mercado de ações no orkut, descobri um texto muito legal escrito pelo amigo João Sérgio Tarcitano. O texto fala a respeito da correção que a bolsa sofreu ontem.
Pouca gente pensa nisso, mas essa é a hora em que os GRANDES investidores ganham dinheiro.
Penso nessas correções como uma promoção de supermercado, quando o produto está em promoção é hora de compra-lo, pois daqui a algum tempo o preço voltara ao patamar anterior.
Essa é a minha principal estratégia, comprar nesses momentos de correção e/ou crise, na crise da china em fevereiro foi onde ganhei mais $$ !!

Vamos ao texto do João !

"Hoje, 24/05, tivemos uma correção mais forte. Que nosso mercado está esticado por demais tenho certeza que não há duvidas, pois, a maioria dos papéis já reflete cotações irreais, incompatíveis com os números oferecidos pelas respectivas empresas, até mesmo os projetados para o futuro. Ainda é pouco. Mais coisa deve vir por ai porque tal realidade de supervalorização está no mundo todo. Correções de mercado são fatos interessantes para se aprender muito, principalmente com relação a como evolui/involui a capacidade de análise dos investidores. Hoje foi um dia de muitas lições! O que mais chamou a atenção foi o comportamento irracional e desesperador de algumas vendas. Nivelaram tudo a um mesmo patamar e saíram vendendo até aquilo que, mesmo com toda a valorização dos últimos meses, ainda esta barato, muito barato! Melhor para os inteligentes que compram tudo. Aliás, comento que esta é uma das melhores oportunidades para que investidores de tino e visão ganhem dinheiro, pois compram tudo que é interessante a preço de banana."


Pensem a respeito disso, são ótimas oportunidades !

Fico por aqui !

Abraços a Todos !

Bons Negócios

segunda-feira, 14 de maio de 2007

O mercado realiza lucros: há como entender melhor este fenômeno?

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
10/05/07 - 19h10
InfoMoney


SÃO PAULO - Realização de lucros. O termo é usual no mercado e, como se sabe, refere-se basicamente às situações em que os investidores, satisfeitos com os lucros acumulados num histórico recente, ou temerosos de que estes se transformem em prejuízos, acabam se desfazendo de suas posições, exercendo uma pressão para baixo no preço dos ativos.

Mais do que um fenômeno usual no mercado financeiro - basta ver a queda abrupta do Ibovespa de 6,63% no dia 27 de fevereiro de 2007 e a forte correção vista em maio do ano anterior -, as realizações de lucros têm explicação num aspecto psicológico importante inerente aos investidores.

Indo à psicologia
Na tentativa de explicar a lógica - ou a falta dela - em algumas situações do dia-a-dia das finanças, muitos economistas vêm buscando explicações na psicologia para fundamentar as decisões individuais, formando uma linha de pesquisa promissora denominada Finanças Comportamentais.

Dois dos precursores neste campo são os psicólogos Daniel Kahneman, vencedor do prêmio Nobel de Economia de 2002, e Amos Tversky, que foi professor da Universidade de Stanford, cujos principais trabalhos se dedicam a explicar as distorções à perfeita racionalidade dos investidores no mercado financeiro. Ou seja, como algumas "anomalias" ocorrem e persistem nos mercados.

E uma de suas principais contribuições passa justamente pela explicação dos processos de realização de lucros, por vezes aparentemente injustificáveis.

Um experimento esclarecedor
Kahneman e Tversky afirmam que os investidores agem de forma diferente quando estão expostos a lucros e a perdas, sendo muito mais avessos a retornos negativos do que propensos a rendimentos positivos da mesma magnitude.

Em seu experimento clássico, os psicólogos apresentaram dois esquemas, sendo que os entrevistados deveriam escolher entre uma das duas possibilidades em cada um dos esquemas:


Esquema 1: um ganho de $ 3.000 com certeza ou 80% de probabilidade de um retorno positivo de $ 4.000.


Esquema 2: uma perda de $ 3.000 com certeza ou 80% de chance de um prejuízo de $ 4.000.
Resultados do experimento
No Esquema 1, a alternativa com certeza - ganho de $ 3.000 - foi preferida por 85% dos participantes do experimento. Embora a escolha mais freqüente possua um retorno menor frente ao valor esperado da outra opção - $ 3.200 ($ 4.000 x 0,80) -, isto, por si, não representa uma das "anomalias" do mercado, pois apenas indica aversão ao risco.

Contudo, no Esquema 2, 92% dos entrevistados escolheram a opção com risco - ter um prejuízo de $ 4.000 com 80% de probabilidade -, refletindo a preferência por um caminho cujo valor esperado ($ -3.200) indicava uma perda maior. Ou seja, neste caso não há aversão ao risco.

Esclarecendo um pouco mais, as pessoas foram avessas ao risco quando expostas aos possíveis resultados positivos, e amantes do risco ao se depararem com uma situação de perda potencial. Daí se configura a anomalia. Não há motivos racionais para ter preferências diferentes quando se trata de lucros ou prejuízos. Afinal, o prejuízo nada mais é do que um lucro negativo.

E por isso há realização
É esta anomalia psicológica que pode ajudar a entender os processos de realização de lucros. Os investidores tendem a ser avessos ao risco quando expostos a uma situação de ganhos e, portanto, se desfazem de suas posições lucrativas com muita facilidade.

Daí os ajustes para baixo no preço dos ativos serem tão intensos e abruptos quando de momentos em que o mercado vinha de uma trajetória de alta.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Quer ganhar dinheiro com ações? Confira as dicas do professor de Warren Buffett

Por: Marcello de Almeida
25/04/07 - 17h51
InfoMoney


SÃO PAULO - Respondendo aos anseios dos mais diversos perfis de investidores, um número ainda maior de estratégias de alocação de recursos foi desenvolvido com o passar dos anos. No mercado de ações, em específico, as possibilidades são tão amplas que muitos ainda ficam perdidos na hora de escolher a que melhor se adequaria às suas necessidades, anseios e limitações.

O mundo perfeito seria encontrar uma alternativa na qual os ganhos fossem certos, significativos e pudessem ser embolsados em um curto espaço de tempo. Quem não quer ficar rico do dia para a noite, sem fazer muito esforço? Infelizmente, a realidade é diferente. No mercado de ações, devaneios usualmente são penalizados com expressivos prejuízos.

Sem entrar no mérito de qual estratégia de investimento é a melhor, uma vez que praticamente todas, quando bem desenvolvidas, apresentam chances de sucesso, uma interessante alternativa, principalmente para os investidores mais conservadores e com perfil de longo prazo, seria investir em valor.

Mas o que é investir em valor?
Investir em valor, segundo Aswath Damodaran, professor de Finanças na Universidade de Nova York e detentor de uma série de prêmios por excelência em ensino, é identificar ações com bons fundamentos e sub-avaliadas para nelas investir pensando no longo prazo.

O estudioso explica que existem basicamente três correntes de investimento em valor. A primeira seria o investimento em valor contrário, estratégia na qual ativos de empresas bem administradas, mas excessivamente penalizados por notícias negativas pontuais seriam adquiridos.

A percepção neste caso é de que o mercado usualmente reage de forma exagerada a fatores como, por exemplo, um desempenho trimestral abaixo do previsto e/ou notícias econômicas desfavoráveis, penalizando demais os preços das ações e criando uma oportunidade de compra.

Investidor ativista
Outra forma de se investir em valor seria a ativista. Investidores que acreditam que uma empresa é mal administrada ou está seguindo uma estratégia errada adquire grandes participações e tentam impor mudanças que impulsionem seu crescimento.

A limitação é que esta estratégia só pode ser usada por investidores que detenham grande volume de recursos e avançados conhecimentos gerenciais.

Utilizando indicadores quantitativos e qualitativos
A terceira corrente do investimento em valor seria a ligada à filtragem passiva, em que, através de indicadores quantitativos e qualitativos, ações são consideradas (ou desconsideradas) como bons investimentos.

O pai desta estratégia é Ben Graham, analista financeiro e professor por três décadas na Universidade de Columbia e no New York Institute of Finance, que, dentre outras coisas, orientou o mega-investidor Warren Buffett em seus primeiros passos no mundo dos investimentos.

Ben Graham acredita que os filtros como baixos múltiplos de lucros, valor contábil ou receita podem ser utilizados para identificar ações sub-avaliadas.

Os filtros de Graham:
Na tabela abaixo, listamos os filtros nos quais Ben Graham baseou suas decisões de investimento, que, de uma forma geral, foram vitoriosas e influenciaram a atuação de muitos outros investidores, como, por exemplo, Warren Buffett.

Segundo Graham, qualquer empresa que passe pelos 10 filtros listados abaixo pode ser considerada bom investimento.


1 - Um índice lucro/preço que seja o dobro do rendimento de um título de renda fixa classificado como AAA - de baixo risco;
2 - Um P/L da ação que seja menor do que 40% do que a média do P/L do mercado nos últimos cinco anos;
3 - Uma distribuição de dividendos maior do que dois terços do rendimento de um título de renda fixa classificado como AAA;
4 - Um preço menor do que dois terços do seu valor contábil tangível;
5 - Um preço menor do que dois terços do Capital Circulante Líquido, assim compreendido como sendo Ativo Circulante Líquido menos o Exigível de Curto Prazo;
6 - Um Índice de Endividamento (Valor Contábil da Dívida/Patrimônio Líquido) menor que um;
7 - Um Ativo Circulante maior do que duas vezes o Exigível de Curto Prazo;
8 - Um endividamento menor do que duas vezes o Ativo Circulante Líquido;
9 - Um crescimento do lucro/ação ao longo dos últimos 10 anos maior do que 7%;
10 - Não mais do que dois anos de lucros cadentes ao longo dos 10 anos anteriores.

domingo, 15 de abril de 2007

Ofertas públicas: analise o prospecto para decidir se vale a pena participar

Na hora de participar de uma nova oferta pública de ações, principalmente de ações estreantes na Bovespa (as famosas IPO), muitos investidores têm dúvidas. Será que a empresa tem boas perspectivas? Como avaliar a empresa e a transação? Qual será o desempenho das ações?Estas perguntas não são fáceis de serem respondidas. Buscando defender o interesse dos investidores, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) criou um conjunto de regras para divulgação de informações destas transações. Em linha com o que ocorre nos principais mercados financeiros mundiais, o objetivo é um só: trazer informações imparciais.

Somente informações objetivas

Isso significa que quaisquer informações subjetivas, ou seja, que tragam uma percepção de juízo de valor sobre a oferta, não podem ser divulgadas. Isso inclui desde material promocional até relatórios de análise, indicando potencial, preço alvo ou qualquer outra informação nesta linha.

Algumas pessoas podem achar estranho que, dentro de uma era de informação como a atual, um órgão regulador bloqueie informações. Porém, restringir a dados objetivos o que pode ser divulgado serve como defesa para o investidor, impedindo que sua decisão de investimento seja direcionada ou influenciada por opiniões de terceiros, muitas vezes com interesses na oferta.

Prospecto como fonte de informações

Se por um lado muitas informações não são permitidas, por outro lado o investidor pode contar com um conjunto de dados invejável sobre a empresa e a transação: o prospecto preliminar. Este documento deve ser disponibilizado ao investidor pelas instituições envolvidas na oferta, mas caso o investidor não tenha tido acesso, sempre resta o site da CBLC (www.cblc.com.br).

São tantas informações no prospecto que o investidor pode ficar até confuso, já que em alguns casos o documento supera 200 páginas, sem contar os anexos. Embora a leitura completa seja recomendada, muita gente somente foca a atenção em alguns pontos. Isso traz vantagens e riscos.Somente a leitura completa pode garantir que o investidor terá acesso a todas as informações disponíveis, reduzindo os riscos.

No entanto, muito pouca gente tem tempo para isso: no fundo é uma alocação entre risco (não saber algo importante) e retorno (usar o tempo de forma eficiente).

Não deixe de checar

No meio de tantas informações relevantes, é difícil selecionar o que é mais importante. Antes de mais nada, o investidor tem que dedicar algum tempo para analisar o sumário da companhia e o sumário da oferta, que trazem as principais informações sobre a transação.

Quando analisar a empresa, busque identificar qual o seu posicionamento competitivo no mercado, como ela se diferencia de seus concorrentes e qual sua estratégia de crescimento. Na hora de analisar os demonstrativos financeiros, não esqueça também de checar se o tamanho da oferta é compatível com o porte da empresa.

Outra seção importante, que deve ser analisada em detalhes, é a que traz os fatores de risco da empresa e da transação. Não esqueça também de analisar quem são os acionistas e qual a destinação de recursos, já que, em geral, o mercado reage melhor a empresas que usam os recursos para investimentos na empresa, ao invés de direcionamento aos acionistas atuais.

As informações são muitas e variam de acordo com a área de atuação da empresa. No entanto, uma boa análise do prospecto pode trazer elementos que o levem a uma conclusão em relação à sua participação ou não na oferta.

(fonte: InfoMoney )


Bons Negócios

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Investir em Educação Financeira Traz Bons Retornos

É parece que estão me ouvindo. Educação Financeira é o melhor investimento possível.

As taxas de retorno são as melhores possíveis !

Esta matéria saiu no grande InforMoney e serve para comprovar o que o blog friza desde sua criação, estude muito !!

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Educação financeira.

O termo, cada vez mais presente na vida dos brasileiros, ainda não recebe a atenção merecida por muitas pessoas. Em parte porque, à primeira vista, parece uma proposição pouco tentadora: ter que abrir mão de alguns prazeres em troca de um benefício incerto.

Mas não é bem assim: a educação financeira traz, sim, bons retornos. Para ajudá-lo a entender melhor algumas das vantagens da educação financeira, elaboramos uma lista de regras que, se seguidas de perto, podem melhorar a sua vida financeira.

Os dez mandamentos

Os dez mandamentos têm como objetivo mudar seus hábitos financeiros, ou seja, a forma como você aborda as suas finanças pessoais. Não se assuste; o que propomos não exige mais do que organização, um pouco de planejamento e algum sacrifício pessoal.

  • Organize suas despesas por data de vencimento e pague suas contas em dia: assim você evita gastos desnecessários com multas e juros.
  • Pague sua fatura de cartão de crédito integral; quando não for possível, pague ao menos o mínimo, e não incorra em mais gastos no cartão.
  • Analise com atenção seu extrato bancário, observando possíveis cobranças indevidas ou uso excessivo do cheque especial. Veja se não existe um pacote de tarifas mais baixo, que inclua apenas os serviços que você efetivamente utiliza.
  • Acumule uma reserva financeira igual ou superior a três meses de despesas correntes. Portanto, para quem gasta constantemente R$ 2 mil por mês, isso equivale a acumular ao menos R$ 6 mil.
  • Siga à risca seu planejamento orçamentário. Pense nele como se fosse uma dieta. Basta um deslize que você rapidamente acumule um quilo (ou dívidas), que depois demora semanas ou até meses para perder.
  • Mude seus hábitos de consumo e evite qualquer compra ou contratação de serviço antes de efetuar uma pesquisa comparativa de preços. Isso vale para tudo, até mesmo a contratação de produtos e serviços financeiros, como cartão de crédito, financiamentos etc.
  • Não atrase o pagamento de prestações e procure manter um histórico de crédito positivo. Na hora de financiar, isso lhe garante condições mais favoráveis.
  • Poupe regularmente: primeiro, para montar uma reserva de emergência; depois, para garantir seu futuro.
  • Faça um planejamento fiscal dos seus investimentos. Separe os recursos, de acordo com prazo de investimento, de forma a reduzir a carga tributária incidente. Desde janeiro de 2005, a alíquota de tributação na renda fixa e na previdência privada passou a ser regressiva, ou seja, diminui à medida que aumenta o prazo de investimento, exigindo uma separação dos recursos de curto e longo prazo.
  • Não contribua mais do que precisa para a Previdência Social. Ou seja, contribua apenas até o teto dos benefícios. Qualquer quantia acima disto deve ser direcionada para a previdência privada. Aqui também é preciso cuidado: limite sua contribuição aos PGBLs e planos tradicionais ao teto de dedução permitido; o restante, direcione aos VGBLs.

Não se esqueça de se manter informado, pois conhecimento vale ouro. Se você acompanha o que está acontecendo ao seu redor, dificilmente tomará atitudes precipitadas ou emocionais na hora de investir!Educação financeira traz bons retornos

Ainda que não exista no Brasil um estudo quantificando os benefícios da educação financeira, não é difícil entender os benefícios obtidos com ela. A manutenção de um bom histórico de crédito juntamente com o hábito de pesquisar as condições de financiamento oferecidas permite que a pessoa consiga se financiar a taxas mais baixas.

A adoção de princípios básicos de planejamento e controle financeiro possibilita que você alcance mais rapidamente e sem gastar tanto alguns dos seus objetivos de consumo, assim como possibilita uma maior folga no orçamento, o que, em última instância, traz maior tranqüilidade à pessoa.

Esta estabilidade emocional reduz a impulsividade das decisões de consumo e investimento. Neste contexto, pode-se afirmar, sem qualquer sombra de dúvida, que o maior benefício da educação financeira é permitir que você tenha controle da sua situação financeira. Algo que, efetivamente, não tem preço!

(fonte: InfoMoney )

Bons Negócios

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O tema dos IPO´s andou meio esquecido essa semana por conta dos fracassos das ofertas. Estou recolhendo informações e averiguando as opiniões das pessoas sobre a causa desse mal humor do mercado.

Em breve mais informações sobre as novas ofertas.




terça-feira, 27 de março de 2007

O Poder dos Juros Compostos



"Qual é a força mais poderosa do universo?...os juros compostos" Albert Einstein

"Não sei quais são as sete maravilhas do mundo, mas certamente conhecço a oitava: os juros compostos." Barão de Rothschild

Durante minha leitura do livro Investimentos: Os segredos de George Soros e Warren Buffet (Já Recomendado aqui no InvestClube, veja aqui), um capítulo chamou minha atenção.
O título do capítulo é "Um centavo economizado é um dolar ganho".

O que mais me impressionou foi o poder dos juros compostos.
Veja:

Vamos supor que você tenha apenas 1 real. Com esse 1 real você compra um título que dobra de valor até o fim do ano e que em seguida é vendido.
Imagine também que nos próximos 19 anos, esse título teve esse mesmo rendimento. No fim destes 20 anos teríamos R$ 1.048.576,00.

Entretanto se você fizesse um investimento inicial de R$ 1.000,00 à uma taxa de 20% ao ano (que já é alta), ao fim dos mesmos 20 anos você teria acumulado apenas R$ 38.337,60.

Moral da história: A rentabilidade do seu dinheiro é sua maior aliada. Oberseve bem o seu investimento e faça de tudo para aumentar sua taxa de retorno (ou tente reduzir custos que joguem sua rentabilidade para baixo, como por exemplo a corretagem).


Bons Negócios

segunda-feira, 26 de março de 2007

As 11 Regras para Escolha de Ações

Achei esse texto numa comunidade do orkut e achei bem interessante. Reflete bem alguns pontos básicos dos investimentos em ações. Vamos à ele !

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O Que é Essa Pequena Coisa Chamada Ação?

Regra N. º 1 – Quando compramos uma ação, estamos na realidade comprando um negócio público (o que não deixa de ser um negócio, é claro). Antes de definirmos as quatro dimensões da análise fundamentalista, existem algumas coisas que deveríamos conhecer primeiro. O nosso principal objetivo é avaliar uma companhia negociada publicamente. As palavras ações e negócio são sinônimos para nós. Não existe qualquer diferença na metodologia empregada para avaliação da ação de uma empresa e de toda a empresa. O nosso lema é: “investir em um negócio como se fossemos os donos”.


Não importa se estamos comprando a empresa toda ou apenas algumas ações. Raciocinar como se estivéssemos comprando o negócio todo requer o mesmo raciocínio e disciplina necessários em qualquer outro investimento. Se estivermos realmente dispostos a comprar uma empresa, devemos prestar bastante atenção ao preço oferecido, a qualidade do negócio, saber se a área em que ela atua está dentro do nosso círculo de competência e, certamente, por quanto tempo vamos querer ser donos desse empreendimento. Em suma, vamos querer saber tudo sobre o que chamamos das Quatro Dimensões da Análise Fundamentalista: avaliação, qualidade, conhecimento e tempo.

Avaliação: O Preço Pago Em Relação À Receita Gerada.



Regra Nº2: Quando compramos um negócio, o preço pago deve ser proporcional ao dinheiro que esperamos que a companhia irá gerar em nosso benefício no futuro.

Regra Nº3: Contexto, contexto, contexto. É muito importante entender o modelo econômico da companhia. Primeiro em relação a si própria, depois em relação a seus concorrentes e, por fim, em relação ao ambiente econômico como um todo.

Regra Nº4: A avaliação é feita em cima de retornos futuros esperados.



Qualidade: Uma Medida De Excelência



Regra n. º5: Porcarias baratas continuam sendo porcarias.

Regra n. º 6: Excesso de retorno vem da compra de negócios de qualidade superior a preços razoáveis.

Regra n. º 7: Excesso de retorno de alto risco vem da aquisição de curto prazo de negócios de qualidade duvidosa a preços elevados.


Profundidade De Conhecimento: O Círculo Da Competência.



Regra N. º8: Compre aquilo que você realmente entende.

Regra N. º9: Não compre aquilo que você entende apenas superficialmente ou tudo àquilo que aparece na sua frente. Você irá, quase que certamente, perder dinheiro e conseguir um retorno abaixo do mercado.


Tempo: O Árbitro Máximo dos Retornos.



Regra n. º 10: Compare os retornos passados com os futuros em uma unidade de medida consistente.

Regra n. º 11: O tempo corrige muito, mas não todos os erros de avaliação.

(texto completo no site http://br.geocities.com/sergiorn/onze.htm )
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Bons Negócios!

quarta-feira, 21 de março de 2007

Clubes de Investimento - Quais as Vantagens ?


Quando vejo esse aquecimento da bolsa trazendo milhares de novos investidores, fico bastante preocupado. Na maioria das vezes, estes investidores não entendem nada do assunto e acham que bolsa é dinheiro fácil.

É assim que as pessoas perdem dinheiro, achando que o investimento é fácil, que é só comprar as Blue Chips que seu dinheiro vai render.

Investir em ações requer muito estudo e dedicação, e por isso que resolvi criar uma série de posts "educativos".

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Estive navegando na internet a procura de informações úteis para o blog, quando me deparei com uma matéria muito boa. Ela é simples, porém muito informativa.

Encontrei-a no blog Mercado em Ação, e seu autor, Ramon, me permitiu posta-la aqui.


Vamos à matéria então


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Clubes de Investimento


Os principais problemas que os iniciantes encontram ao operar com as corretoras são: valor mínimo para operar elevado, custo das operações, dificuldade para acompanhar os resultados e falta de conhecimento aprofundado do assunto.


Para quem tem valores superiores a R$ 100 mil, várias corretoras disponibilizam um serviço de administração da carteira, onde eles ficam responsáveis por comprar e vender as ações do cliente.


Entretanto, como nem todos dispõem de uma quantia elevada como essa, uma boa alternativa é entrar em um Clube de Investimento.


Os Clubes de Investimento apresentam uma série de vantagens em relação aos Fundos de Investimentos, oferecidos pelos bancos:



  • Custo mais baixo: Com menos exigências de controles, os custos dos clubes são reduzidos. A manutenção também é barata e simples. Além disso, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão que regulamenta e audita as operações de mercados de capitais no Brasil, exerce um bom controle sobre operações dos clubes, exigindo que o administrador seja um profissional certificado e com no mínimo 5 anos de experiência, o que diminui a possibilidade de erros e fraudes;



  • Acessibilidade: Qualquer pessoa pode aplicar, mesmo que não tenha grandes recursos (muito exigem como aplicação mínima R$ 100,00), através de um clube de investimento. O número mínimo de participantes é três e o máximo 150. Uma única ressalva, clubes que exigem valores muito baixos para aplicação cobram taxas de administração mais altas (até 4% ao ano sobre o rendimento). Avalie sempre os valores cobrados (vão de 0,5% a 4% ao ano).



  • Tranqüilidade: Aplicando-se em clubes, cria-se o hábito de investir mensalmente. Dessa forma, esses investidores conseguem fazer com que suas aplicações mantenham-se teoricamente na média, o que é importante quando não é possível prever o melhor momento de investir. Além disso, muitos não tem tempo de acompanhar o mercado e querem apenas deixar o dinheiro rendendo por um bom período.



  • Diversificação : Outra vantagem é que com um volume maior, originado pela soma dos recursos de cada integrante do Clube, é possível diversificar a carteira de ativos, investindo em ações de diferentes empresas e setores da economia, com custos de transação proporcionalmente menores.



  • Participação direta: Os Clubes de Investimento permitem, em princípio, que os envolvidos participem diretamente da sua gestão, o que, embora demande tempo e exija uma certa disciplina, constitui excelente forma de aprender como funciona o mercado. Essa pode ser uma excelente forma de analisar como os melhores atuam antes de se arriscar em vôos solo.


Outra vantagem em aplicar através dos Clubes de Investimento é a simplificação da tributação: já vi muita gente desistir da bolsa devido a (relativa) complexidade do cálculo do Imposto de Renda que deve ser pago mensalmente por quem opera diretamente. No caso dos clubes, a responsabilidade pelo cálculo e a retenção do imposto a pagar é do administrador do mesmo.


E, o mais importante de tudo: peça para que apresentem um demonstrativo mensal da rentabilidade do fundo nos últimos 3 anos e compare com o iBovespa do mesmo período. Se estiver abaixo do índice, descarte-o imediatamente, pois esses clubes geralmente ultrapassam em muito o iBovespa.


Para finalizar: converse pessoalmente com o administrador e peça para que ele explique a estratégia do clube de curto, médio e longo prazo. É fundamental sentir-se seguro com ele, pois estará administrando o seu "suado dinheirinho".


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Clubes de Investimento podem ser uma boa pra quem está começando !!



Bons Negócios

terça-feira, 20 de março de 2007

Day trade: conheça mais sobre esta modalidade de negociação de ações

Para quem negocia constantemente na Bolsa, ou mesmo transaciona menos, mas gosta de aproveitar oportunidades de ganhos de curtíssimo prazo, as operações de day trade, ou seja, compra e venda de ativos no mesmo pregão, podem se mostrar uma alternativa interessante.O princípio é simples: você compra um papel e, apostando que ele se valorize ainda no mesmo dia, vende sua posição no mesmo pregão, fechando o dia com a posição zerada. Embora exista também a modalidade inversa, ou seja, vender primeiro para comprar depois, ela ainda é menos executada por investidores de varejo.

Operação envolve risco de crédito

A maior diferença em relação a uma operação tradicional é que ela envolve risco de crédito, o que acaba levando algumas corretoras a criarem entraves para esta operação. O risco surge em alguns casos, pois a ação comprada pode cair e gerar perdas aos investidores.Vamos imaginar o caso onde o investidor compra o papel a R$ 10,00 no início do pregão mas, por um algum motivo, o preço despenca para R$ 5,00 e ele decide vender. Imaginando que a compra foi de mil ações, o investidor teria perdido R$ 5 mil na operação. A questão é saber se ele pode honrar esta perda com a corretora, que, por sua vez, honrará com a Bolsa.Em uma operação tradicional, quando o investidor compra o papel e não vende até a liqüidação financeira, que ocorre após três dias, este risco não existe para as corretoras. Deste modo, as corretoras não correm risco, o que é diferente no caso de operações de day trade, tornando necessárias algumas medidas de precaução.

Limites de crédito e autorizações

Para facilitar este processo, boa parte das corretoras adota o princípio de limite por cliente, ou seja, o cliente pode realizar operações que gerem risco de crédito para a corretora, desde que este risco fique dentro de limites pré-determinados. Este limite varia bastante, dependendo de variáveis como volume e histórico de transações, tempo de relacionamento e outros.Deste modo, vale a pena sempre checar a viabilidade de realizar operações de day trade com sua corretora, antes de se entusiasmar e começar a usar esta estratégia.

Comissões e impostos

Embora não haja diferença nas comissões cobradas neste tipo de operação, existem diferenças nas alíquotas e na forma de arrecadação de impostos devidos nas transações de day trade. Apesar da alíquota de IR ter sido reduzida paras as operações em bolsas para 15% a partir de janeiro de 2005, o mesmo não ocorreu em relação às operações de day trade, que seguem sendo tributadas a 20%.Vale lembrar que, também a partir de janeiro de 2005, tem ocorrido a incidência de imposto de renda na fonte, à alíquota de 0,005%, para operações realizadas em Bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas, com exceção exatamente das operações de day trade. Isso ocorre pois, mesmo antes da nova legislação, as operações desta natureza já eram sujeitas à cobrança de 1%.Esta cobrança de 1% nas operações de day trade, no entanto, não implica em uma tributação maior, já que ela é descontada da alíquota de 20% que deve ser recolhida para ganhos em Bolsa. Vale lembrar que estão isentos do imposto de renda os ganhos líquidos de pessoas físicas em operações no mercado à vista de ações, cujo valor das vendas realizadas em cada mês seja igual ou inferior a R$ 20 mil, para o conjunto de ações.Cabe destacar também que as perdas em operações de day trade, no que diz respeito a impostos, somente serão compensadas com ganhos auferidos em operações da mesma espécie (day trade).

(fonte: InfoMoney )